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Amor?
Suspense

I.

Odeio chuvas de verão.
Em um momento está tudo claro e do nada, ela vem, em toda sua glória. A chuva me pegou pouco antes de chegar em casa. Entro, tiro os óculos e a roupa molhada e vou pro banheiro. Só depois me dou conta de que esqueci o shampoo no guarda-roupa. Droga.

II.

Ouço a porta abrindo, meu amor chegou, que bom.
— Amor? Pode pegar meu shampoo pra mim? Tá lá no guarda-roupa.
Ele não responde, deve estar estressado hoje, mas escuto a porta do guarda-roupa abrindo e em seguida a silhueta de sua mão deixando o shampoo no box.

III.

— Obrigado querido.
Terminando de me enxugar. Ouço a porta de casa abrindo novamente. Ponho os óculos e saio do banheiro.
— Oi amor. Vai sair de novo?

IV.

— O que quer dizer, meu bem? Acabei de chegar.
— Se você acabou de chegar... Então quem me entregou o meu shampoo?

V.

Looping
Sci-Fi

I.

Seus olhos são como a Lua Cheia. Poderia ficar em looping, só para vê-la mais uma vez?Ela é Mariana, e de todos os caras no mundo, escolheu a mim.Não preciso dizer o quanto ela é bonita!

II.

No quinto encontro, ela me disse: -Será que podemos ir pra um lugar só eu e você? Demorou pra minha ficha cair, mas sem pensar muito, entramos no carro.Não faço ideia de onde levá-la. Espero que ela não perceba; porque nela só vejo confiança!

III.

Seu perfume me deixa atordoado.No seu decote uma renda rosa se insinua e engulo seco.Depois de hoje direi que a amo, antes que algo aconteça (ou que ela mude de ideia).

IV.

-Felipeeee!-ela grita. Um carro entra em cheio na minha porta. Sinto minhas costelas esmagadas. Que pena, Mariana! Nosso plano não deu certo. E agora, preciso partir.

V.

Seus olhos são como a Lua Cheia. Poderia ficar em looping, só para vê-la mais uma vez?Ela é Mariana, e de todos os caras no mundo, escolheu a mim.

A Troca
Sci-Fi

I.

Não me lembro muito bem como isso tudo começou, mas sinto que tem algo a ver com a chuva. Sempre que me pego nesta situação, por mais desagradável que ela seja, está chovendo.
Sinto os pingos caírem suavemente pelo meu rosto e tombo a cabeça para trás, recobrando meus sentidos um a um.

II.

Primeiro o tato, depois sinto o sabor da chuva, misturado a um outro, um pouco ferroso em minha boca. Depois escuto a chuva caindo, e batendo em um corpo que não é o meu. Por fim, abro meus olhos, esperando encontrar uma grande nuvem cinza. No momento que abro os olhos, desejo fecha-los, e apago no lugar onde estou.

III.

Não me lembro muito bem como isso tudo começou, mas sinto que tem algo a ver com a chuva. Sempre que me pego nesta situação, por mais desagradável que ela seja, está chovendo.

IV.

V.

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