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Amor?
Suspense

I.

Odeio chuvas de verão.
Em um momento está tudo claro e do nada, ela vem, em toda sua glória. A chuva me pegou pouco antes de chegar em casa. Entro, tiro os óculos e a roupa molhada e vou pro banheiro. Só depois me dou conta de que esqueci o shampoo no guarda-roupa. Droga.

II.

Ouço a porta abrindo, meu amor chegou, que bom.
— Amor? Pode pegar meu shampoo pra mim? Tá lá no guarda-roupa.
Ele não responde, deve estar estressado hoje, mas escuto a porta do guarda-roupa abrindo e em seguida a silhueta de sua mão deixando o shampoo no box.

III.

— Obrigado querido.
Terminando de me enxugar. Ouço a porta de casa abrindo novamente. Ponho os óculos e saio do banheiro.
— Oi amor. Vai sair de novo?

IV.

— O que quer dizer, meu bem? Acabei de chegar.
— Se você acabou de chegar... Então quem me entregou o meu shampoo?

V.

Esfíngico
Drama

I.

Desde criança tinha curiosidade em conhecer o baú secreto do senhor Wilson, um velho sábio que parecia saber de todas as coisas. Sempre ouvi dizer que se descobríssemos o que havia ali conseguiríamos finalmente descobrir o segredo que nos mantém vivos.

II.

Mas nunca ninguém conseguiu entrar naquela sala amarela onde ele ficava guardado pois o ancião não permitia que ninguém se aproximasse.

III.

Até que numa quarta-feira chuvosa enquanto Wilson preparava um café consegui aquilo que sempre foi tão ábdito, entrei na sala e rapidamente abri aquela grande caixa de madeira rústica, retirei um papel e li:

IV.

“Quando você descobrir o segredo que o mantém vivo não terá mais razão para continuar vivo. Não tenha pressa, nem medo e não busque sentido, viver já é a melhor descoberta que poderia fazer!”

V.

O Roubo
Drama

I.

Senti quando me apalparam os bolsos, e sem saber quem era, virei-me bruscamente, buscando em alguma direção encontrar o responsável, que me subtraíra o ouro e a prata. Em vão, não encontrei sequer resquícios, mas além disso, alguns pelos brancos se sobressaíram em meio ao emaranhado de minha barba e cabelos.

II.

“- Ladrão!” – assim bradei.
Os guardas logo se prontificaram a buscar pelo meliante, mas também sem sucesso, quando então senti tocar-me novamente, e logo um punhado de conhecidos, amigos e familiares, desapareceram. Seria um sequestrador? Pensei comigo.

III.

Mas antes que entendesse tudo que se passava, fui tomado pelo cansaço e enfraquecido, roubaram-me também a vitalidade.
Por fim, caída ao chão, notei uma velha ampulheta e logo compreendi, o ladrão era o tempo.

IV.

V.

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