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Amor?
Suspense

I.

Odeio chuvas de verão.
Em um momento está tudo claro e do nada, ela vem, em toda sua glória. A chuva me pegou pouco antes de chegar em casa. Entro, tiro os óculos e a roupa molhada e vou pro banheiro. Só depois me dou conta de que esqueci o shampoo no guarda-roupa. Droga.

II.

Ouço a porta abrindo, meu amor chegou, que bom.
— Amor? Pode pegar meu shampoo pra mim? Tá lá no guarda-roupa.
Ele não responde, deve estar estressado hoje, mas escuto a porta do guarda-roupa abrindo e em seguida a silhueta de sua mão deixando o shampoo no box.

III.

— Obrigado querido.
Terminando de me enxugar. Ouço a porta de casa abrindo novamente. Ponho os óculos e saio do banheiro.
— Oi amor. Vai sair de novo?

IV.

— O que quer dizer, meu bem? Acabei de chegar.
— Se você acabou de chegar... Então quem me entregou o meu shampoo?

V.

O Empata
Drama

I.

Sentada, ao meu lado, na sala de aula, está a menina mais linda do mundo. Seu nome é Roberta. É minha vizinha de frente, mas não sei se ela sabe. E hoje ela está mais triste do que de costume. Pelo seus olhos vermelhos, com o esquerdo levemente inchado, sei que as coisas não andam muito bem.

II.

Quando seus pais brigam, sempre sobra pra ela. Gostaria muito de tirá-la desse mundo de dor...

Eu sigo o caminho que ela faz, cortando por um beco. Chuto uma pedra que bate numa lata. Roberta olha pra trás, mas ao me ver, relaxa. Sorrindo, vou ao seu encontro. Quero mostrar que eu entendo sua tristeza.

III.

Seguro com minhas duas mãos seu pescoço e aperto. Roberta se assusta, depois se entrega. Vejo nos seus olhos que ela segue em paz. Suas lágrimas são de agradecimento.

IV.

Existem muitas formas de ter empatia pelos outros, e muitas formas de demonstrá-las. Cada um faz sua parte, não é mesmo?

V.

O Guarda
Steampunk

I.

As botas tamanho 45, pretas, estavam perfeitamente engraxadas. Simon calçou-as e saiu pela porta da frente da delegacia. Uma carroça a vapor espalhava terra seca e poeira pela rua. Um pouco da sujeira voou em direção as botinas, tão limpas e brilhantes, pronta para acabar com todo seu explendor.

II.

Simon respirou com pesar olhando para suas botas, agora com as pontas sujas de marrom, e se dirigiu para as celas, dando a volta por fora da delegacia, exibindo seu porte robusto enquanto andava. Teria vários prisioneiros para levar ao tribunal e seria bom se livrar deste trabalho o quanto antes se quisesse deixar suas botas brilhando de novo.

III.

IV.

V.

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